Escoliose Congênita

Escoliose Congênita

A Escoliose Congênita caracteriza-se por defeitos na formação das vértebras durante o desenvolvimento do esqueleto ainda no útero materno.

As malformações podem ser completas ou parciais, e a gravidade da doença correlaciona-se com a porção da coluna acometida.

A criança também pode apresentar malformações em outros órgãos, como o coração e os rins, por exemplo, necessitando de acompanhamento com outras especialidades.

Nas fases de estirão do crescimento (veja nosso último post), a deformidade pode piorar rapidamente.

O diagnóstico é feito através de exames de imagem, como radiografias e tomografia. A ressonância magnética pode ser necessária para identificar malformações no sistema nervoso.

A escoliose congênita tende a ser mais rígida do que a escoliose idiopática, respondendo mal ao tratamento conservador com órteses.

Deformidades pequenas em casos nos quais a malformação tem bom prognóstico, a criança pode ser acompanhada periodicamente.

O tratamento cirúrgico é indicado em curvas mais graves, com malformações localizadas em áreas cujo risco de progressão é maior, especialmente em crianças que não passaram pelo estirão da adolescência.

Em geral, a escolha do tratamento envolve muitas variáveis e deve ser individualizado.

Por este motivo, não dê bobeira: leve seu filho a um especialista!